“No alvorecer de minha
vida, fui embarcada de tão forte sentimento que me oprimia o coração. E ao
mérito de tua conquista se deve a mais simples gentileza de tua amizade.
E no momento seguinte lhe
tinha posto como meu ídolo, meu sol, meu ar, meu tudo. E em todo momento queria
ouvir, ao menos, sua suave respiração para que soubesse que verdadeiramente
existia e ao meu lado estava.
Minha adoração ao ser que
com as mais singelas palavras arrematou não somente meu coração como também a
minha alma, chegou ao ponto de que apenas te ouvir já não bastava, queria
senti-lo ao meu lado, sentir seu doce aroma, a maciez de tua pele e apenas me
afundar no sentimento que apenas tua presença em mim invocava.
Mas que triste desventura
trouxe em mim tão sublime sentimento, pois não soube corresponder às profundas
ânsias de minha alma. E como infame vingança de tão cruel destino contra alguém
cujo único pecado foi dedica a mais pura adoração a seu amado, lhe entregou aos
braços de outra, afastando de mim tua presença e a possibilidade de que comigo
compartilhasse semelhante sentimento.
E dentro de meu quebrado
coração amargou a doçura dos sorrisos teus a mim destinados.
Você outrora ídolo do meu
coração, tornou-se carrasco do mesmo, pois os beijos que em sonhos tantas vezes
esperei, julgou eu não merecedora, sentenciando-me a ver com ela
compartilha-los.
E a cada nascer do sol
marca mais um dia de meu desespero, pois me via como testemunha de seus
encontros e inúmeras trocas de ardentes caricias que novamente trazia à tona a
dor que profundamente tentava enterrar em meu peito.
Por você foi maculada
assim as mais inocentes memorias de meus doces encontros com contigo, nem mesmo
minhas mais preciosas lembranças suas resistiram a tão vil sofrimento.
E no fim assim como no
por do sol, a imensa chama viva que consumiu o meu coração e minha alma morreu
restando apenas frias brasas de um amor desiludido para quem sabe surgi
novamente com o nascer de um novo amor.”
“No alvorecer de minha
vida, fui embarcada de tão forte sentimento que me oprimia o coração. E ao
mérito de tua conquista se deve a mais simples gentileza de tua amizade.
E no momento seguinte lhe
tinha posto como meu ídolo, meu sol, meu ar, meu tudo. E em todo momento queria
ouvir, ao menos, sua suave respiração para que soubesse que verdadeiramente
existia e ao meu lado estava.
Minha adoração ao ser que
com as mais singelas palavras arrematou não somente meu coração como também a
minha alma, chegou ao ponto de que apenas te ouvir já não bastava, queria
senti-lo ao meu lado, sentir seu doce aroma, a maciez de tua pele e apenas me
afundar no sentimento que apenas tua presença em mim invocava.
Mas que triste desventura
trouxe em mim tão sublime sentimento, pois não soube corresponder às profundas
ânsias de minha alma. E como infame vingança de tão cruel destino contra alguém
cujo único pecado foi dedica a mais pura adoração a seu amado, lhe entregou aos
braços de outra, afastando de mim tua presença e a possibilidade de que comigo
compartilhasse semelhante sentimento.
E dentro de meu quebrado
coração amargou a doçura dos sorrisos teus a mim destinados.
Você outrora ídolo do meu
coração, tornou-se carrasco do mesmo, pois os beijos que em sonhos tantas vezes
esperei, julgou eu não merecedora, sentenciando-me a ver com ela
compartilha-los.
E a cada nascer do sol
marca mais um dia de meu desespero, pois me via como testemunha de seus
encontros e inúmeras trocas de ardentes caricias que novamente trazia à tona a
dor que profundamente tentava enterrar em meu peito.
Por você foi maculada
assim as mais inocentes memorias de meus doces encontros com contigo, nem mesmo
minhas mais preciosas lembranças suas resistiram a tão vil sofrimento.
E no fim assim como no
por do sol, a imensa chama viva que consumiu o meu coração e minha alma morreu
restando apenas frias brasas de um amor desiludido para quem sabe surgi
novamente com o nascer de um novo amor.”