terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Resquícios de uma alma


“Em minha alma trago marcas profundas de um passado obscuro deixadas por amargas lembranças de uma vida tão sombria quanto à noite. Não procures sinais físicos dessas marcas, pois se encontram ocultas por uma forte couraça que hoje levo.
Há anos tento enterrar memórias que até hoje me assombram á meia noite.
Em meu passado há tantas sombras que nem o mais brilhante dia poderia penetra-las para reaquecer meu futuro.
Minhas esperanças e sonhos foram mortos e deixados no caminho como despojos pela cruel realidade de meu destino.
Durante vários anos lutei contra a própria vida e meu destino, mas consegui apenas novas dores e cicatrizes para chorar.
Hoje já não tenho mais forças para lutar e sou o que restou de um espírito que tanto lutou cujo único almejo é continuar existindo, pois a morte já marcou minha alma e já não vivo.”.

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